A possível filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PP não afetaria os diretórios estaduais da Bahia e Pernambuco. A informação, publicada pelo site Off News, foi confirmado pelo Bahia Notícias por uma pessoa próxima a Bolsonaro.

Foto:Divulgação / Assessoria Ciro Nogueira

A forças dos caciques locais justificaria a medida. Tanto o vice-governador João Leão na Bahia, quanto o deputado federal Eduardo da Fontes em Pernambuco são aliados de longa data dos governos do PT e PSB, respectivamente.

Nesse contexto, o PP dos dois estados não teria a obrigação de dar palanque para o presidente, que busca a reeleição. Procurado pelo BN para comentar o assunto, a assessoria de Leão informou que o progressista não iria comentar o assunto.

Ainda de acordo com a fonte, Bolsonaro pode ter outro destino. Além do PP, o chefe do Executivo nacional também conversa com o PL, legenda liderada no Brasil por Valdemar Costa Neto.

Embora difícil de acontecer, esse cenário agrada a bolsonaristas baianos, já que na visão deles, o PL tem um alinhamento maior com as ideias do presidente e é uma sigla com menos resistência que o PP.

Diferente do governador Rui Costa (PT) que classificou a ida de Bolsonaro para o PP como uma “tragédia” que dificultaria a manutenção da aliança com o partido no estado, o senador Jaques Wagner, provável candidato do PT ao governo em 2022, acredita que os progressistas baianos se manterão independentes mesmo com a filiação de Bolsonaro, e a base governista, que também conta com o PSD de Otto Alencar, será mantida.

Fonte: Bahia Noticias / por Anderson Ramos


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