Anota aí: o ano de 2018 terminou para o Atlético-PR, único dos grandes clubes brasileiros que ainda não estava de férias. Mas já está cheio de compromissos em 2019. Além do Campeonato Paranaense e da Libertadores no primeiro semestre, ainda terá a Recopa Sul-Americana, disputa entre os dois campeões da América do Sul. O Furacão receberá o River Plate, da Argentina, ganhador da Libertadores, no dia 20 de fevereiro, na Arena da Baixada. E no dia 6 de março, faz o jogo decisivo no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, em partida com portões fechados devido à punição da Conmebol. Isso sem contar a Copa Suruga, entre o ganhador da Sul-Americana e o campeão do Japão, no segundo semestre.

O Furacão foi para cima do Junior Barranquilla desde os primeiros minutos. Pressionou com Nikão, Renan Lodi, Cirino, Raphael Veiga... O gol parecia questão de tempo. Ou de Pablo. Quando o centroavante teve uma chance clara, não desperdiçou: tabelou com Veiga, que devolveu um bolão, e bateu na saída de Viera aos 25 minutos. Os colombianos tiveram que sair atrás do prejuízo, e se Santos não trabalhou no primeiro tempo, foi bastante exigido na etapa final. O time colombiano empatou com Téo Gutiérrez de cabeça, aos 12 minutos, e tomou conta do jogo a partir daí. Luis Díaz, Yony González e o próprio Téo tiveram várias chances de virar o placar. Pecaram na pontaria, até mesmo na marca da cal: Barrera perdeu um pênalti no segundo tempo da prorrogação. O Atlético-PR, que foi perdendo suas peças por lesões, como Pablo e Nikão, segurou até o fim, apostou suas fichas nos pênaltis e se deu bem: Renan Lodi perdeu o dele, mas Jonathan, Raphael Veiga, Bergson e Thiago Heleno converteram.

Fonte : Globo Esporte 
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