Com uma das melhores estruturas físicas e equipamentos de ponta, o Hospital Deputado Luiz Eduardo Magalhães em Porto Seguro deveria ser modelo de atendimento e referência do SUS no Extremo Sul Baiano. Entretanto, infelizmente, não é, isso por causa do MATERIAL HUMANO, funcionários despreparados ou simplesmente INCOMPETENTES.


Administrado pela empresa IGH - Instituto de Gestão e Humanização que tem estampado no rol de entrada do hospital, um banner em letras garrafais - MISSÃO: Fortalecer o SUS através de prestação de serviços de excelência utilizando PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS, melhorando a qualidade de vida dos usuários do sistema e contribuindo para o crescimento dos seus colaboradores.


Palavras bonitas, mas, que não reflete a realidade que, dentre tantas e constantes reclamações dos serviços prestado pelo HDLEM, são em sua grande maioria provocado por pessoas do seu quadro de colaboradores. Claro que tem muitos profissionais competentes e comprometidos em prestar um bom serviço, entretanto, uma ou algumas, "maçãs podres”, estragam a receita do bolo.


Um fato acontecido nesta terça-feira 19/09, reacende a discussão, uma recepcionista do HDLEM identificada pelo prenome de "Erica" prestou um desserviço ao negar informação ao esposo de que solicitou simples e somente uma informação sobre a esposa que se encontrava na ala pré-parto. "Por gentileza, gostaria de obter informações da minha esposa que se encontra no pré-parto", perguntou.



Despreparada, incompetente é visivelmente desmotivada, Erica se negou a dar qualquer informação, "preciso apenas saber como ela está, por gentileza, uma simples ligação para o pré-parto, assim como o recepcionista que você substituiu a pouco o fez", argumentou o esposo que recebeu mais uma negativa seca e debochada.



Após a negativa, o esposo, eu, Gutemberg Stolze, utilizei da minha posição como “imprensa”, não para causar transtorno ou tumultuo, e sim resolver o imbróglio. Liguei para a Diretora Geral do HDLEM, a Srª Ana Kécia Xavier, que prontamente ouviu minhas reclamações e com a agilidade e profissionalismo resolveu à problemática simplesmente fazendo valer o que é direito e "lei", toda gestante possui o direito legal de ter um acompanhante em seus encaminhamentos médico.



Desde já, agradeço a pronta atuação da diretora Ana Kécia e de tantos funcionários que se dedicam ao atendimento humanizado à aqueles que necessitam dos serviços do HDLEM. Deixo também meu repúdio aos péssimos e ineficientes funcionários que tem em seu cargo apenas um meio de renda, mas, não merecem ocuparar aquela função.



De acordo com o artigo 3º da Lei de Introdução ao Código Civil, não é permitido impedir o direito de alguém com a desculpa de não conhecer a Lei. Tanto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto pela Lei do Acompanhante no Parto (lei nº 11.108), as grávidas têm o direito à presença do acompanhante desde a admissão até a alta.


Como cidadão e como imprensa, espero que o IGH reveja seu quadro de colaboradores e ou faça reciclagem e treinamento para os mesmo, a fim de honrar e fazer valer aquilo que divulga como “Missão”.

Por : Flávio Notícias 
Fonte : imprensananet.com 
Foto : Divulgação 
Postagem Anterior Próxima Postagem